O mercado de crédito no Brasil, antes concentrado nos grandes bancos, passa por transformação com o avanço do Banking as-a-Service e o crescimento dos FIDCs, que já somam de 400 a 500 novos por ano. Para Marcelo França, CEO da Celcoin, essa migração para o mercado de capitais representa a desconcentração bancária e abre espaço para mais competição e inovação. A Celcoin aposta no modelo de “consignado-as-a-service”, que conecta a empresa ao crédito do trabalhador, FGTS e convênios, permitindo que qualquer originador ofereça empréstimos mais baratos. Com cerca de 750 clientes ativos, mais de R$ 30 bilhões processados por mês e após captar US$ 125 milhões em 2024, a fintech busca se consolidar como um dos principais players “nos bastidores” dos serviços bancários no país.
Leia a reportagem completa aqui.